segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Boa tarde Turma!

Primeiro, vamos fazer uma leitura do que está acontecendo no mundo. Siga o link.

notícias

Em seguida, vocês irão pesquisar:

1. Vamos informar nossos leitores a respeito da importância da vacinação contra o vírus HPV. Faça uma pesquisa e escreva seu texto e descubra quem deve se vacinar, quais as vantagens, existe alguma desvantagem, etc.

6 comentários:

  1. Na presença de qualquer sinal ou sintoma do HPV, é recomendado procurar um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado para o HPV

    Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer de colo do útero: a vacina bivalente e a vacina quadrivalente. Essas vacinas, na verdade, previnem contra a infecção por HPV. Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Uma dessas vacinas é quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos de HPV: o 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos de HPV 16 e 18.

    É fundamental deixar claro que a adoção da vacina contra o HPV não substituirá a realização regular do exame de citologia, Papanicolau (preventivo).

    A vacina contra o HPV é mais uma estratégia possível para o enfrentamento do problema e um momento importante para avaliar se há existência de DST. Ainda há muitas perguntas sem respostas relativas à vacina do HPV:

    A vacina do HPV só previne contra as lesões précancerosas ou também contra o desenvolvimento do câncer de colo de útero?
    Qual o tempo de proteção conferido pela vacina do HPV?
    Levando-se em conta que a maioria das infecções por HPV é facilmente debelada pelo sistema imunológico, como a vacinação afeta a imunidade natural contra o HPV?
    Como a vacina afeta outros tipos de HPV associados ao câncer de colo de útero e condilomas (verrugas)?

    A vacina do HPV funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.

    A duração da imunidade conferida pela vacina do HPV ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, desde 2007. Até o momento, só se tem convicção de cinco anos de proteção. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso delimitar qual é o seu alcance sobre a incidência e a mortalidade do câncer de colo do útero.

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  2. A partir da segunda feira dia 1 de setembro está disponível a segunda dose da vacina de HPV para as meninas que tomaram a primeira dose. Em 2014, o Sistema Único de Saúde (SUS) lançou uma campanha nacional para imunizar meninas de 11 a 13 anos contra o HPV. A vacina aplicada no Brasil é a quadrivalente, recomendada pela Organização Mundial da Saúde, com eficácia de 98%, protegendo o indivíduo dos tipos 6, 11, 16 e 18 da doença.

    Aproximadamente 4,3 milhões de adolescentes foram imunizadas com a primeira dose, o equivalente a 87,5% do público alvo. Agora, a meta do ministério é que pelo menos 80% das garotas recebam a segunda dose. Além disso, a primeira dose da vacina continuará sendo ofertada até o final do ano para aquelas que ainda não foram imunizadas.

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  3. O HPV é um condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista, é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pelo Papilomavírus humano (HPV). Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV - alguns deles podendo causar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus. Entretanto, a infecção pelo HPV é muito comum e nem sempre resulta em câncer. O exame de prevenção do câncer ginecológico, o Papanicolau, pode detectar alterações precoces no colo do útero e deve ser feito rotineiramente por todas as mulheres.

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  4. Saiba o que é vírus HPV e importância da vacinação

    O HPV (papilomavírus humano) é o nome dado ao grupo de vírus que engloba cerca de 150 tipos diferenciados. Dentre eles, uma parte significativa afeta diretamente as partes genitais. Por isso, muitos associam diretamente a presença do vírus através do contágio sexual. Porém, não se podem descartar outras vias de contágio, como pele e mucosa infectadas ou até mesmo durante o parto, de mãe para filho.
    Como a DST é detectada

    Nos homens, as lesões são facilmente reconhecidas por exame clínico-visual, pois a anatomia do órgão masculino favorece a identificação imediata pelo médico. Porém, existe a probabilidade de não ser detectada a olho nu. Neste caso, o médico poderá indicar um teste chamado peniscopia.

    Já nas mulheres, as lesões podem se expandir por toda a área genital e chegar ao colo do útero. Portanto, são visualmente difíceis de perceber. Neste caso, o HPV é identificado somente com exames especializados, como o Papanicolau, e descamação da pele para biópsia.

    Além do trato genital, o vírus pode originar verrugas na pele, lábios, boca e cordas vocais.
    Riscos do HPV

    Especificamente no trato genital, as lesões imprimem elevado risco, pois podem resultar em tumores malignos. Entretanto, não podemos definir a infecção pelo HPV como resultado certo de câncer.

    O contato com um dos tipos de vírus é muito comum. Cerca de 80% das mulheres terão, ao logo da vida, contato com pelo menos um dos tipos de papiloma existentes. Em muitos casos, a presença da infecção é temporária, pois é combatida pelo sistema imune.
    Sintomas

    Em alguns casos, a doença não manifesta sintoma; em outros, pode se manifestar em forma de verrugas, semelhantes ao formato de uma couve-flor, sendo identificados em exames clínicos ou em exames especializados. O caso se agrava quando há multiplicação acelerada das células infectadas pelo vírus, resultando no diagnóstico de câncer.
    Possíveis tratamentos

    Em muitos casos, a doença é eliminada pelo sistema imune e as mulheres nem percebem que já tiveram contato com o vírus.

    Quando se detecta a presença do HPV, ele não pode ser combatido, e sim as lesões pré-malignas e verrugas originadas pela presença do vírus. Os procedimentos prováveis são cauterização e laser. Se o diagnóstico dor câncer, o tratamento é cirúrgico.
    Vacinação

    Em março de 2014 deu-se início à Campanha de Vacinação Contra o HPV. O objetivo é que as pré-adolescentes de 11 a 13 anos tomem a vacina. Nesta faixa etária, estima-se que ainda não iniciaram a vida sexual ativa. Portanto, por não ter tido até então nenhum contato com o vírus, a vacina torna extremamente eficaz na prevenção.

    A vacinação compreende-se em três doses. A segunda aplicação deverá ser feita seis meses após à primeira. Já a última, cinco anos depois.
    O vírus HPV e a importância da vacinação
    v
    Saiba o que é vírus HPV e importância da vacinação

    O HPV (papilomavírus humano) é o nome dado ao grupo de vírus que engloba cerca de 150 tipos diferenciados. Dentre eles, uma parte significativa afeta diretamente as partes genitais. Por isso, muitos associam diretamente a presença do vírus através do contágio sexual. Porém, não se podem descartar outras vias de contágio, como pele e mucosa infectadas ou até mesmo durante o parto, de mãe para filho.
    Como a DST é detectada

    Nos homens, as lesões são facilmente reconhecidas por exame clínico-visual, pois a anatomia do órgão masculino favorece a identificação imediata pelo médico. Porém, existe a probabilidade de não ser detectada a olho nu. Neste caso, o médico poderá indicar um teste chamado peniscopia.

    Já nas mulheres, as lesões podem se expandir por toda a área genital e chegar ao colo do útero. Portanto, são visualmente difíceis de perceber. Neste caso, o HPV é identificado somente com exames especializados, como o Papanicolau, e descamação da pele para biópsi
    assinado;Peterson Gabriel Freires Silva

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  5. m desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer de colo do útero: a vacina bivalente e a vacina quadrivalente. Essas vacinas, na verdade, previnem contra a infecção por HPV. Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Uma dessas vacinas é quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos de HPV: o 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos de HPV 16 e 18.

    É fundamental deixar claro que a adoção da vacina contra o HPV não substituirá a realização regular do exame de citologia, Papanicolau (preventivo).

    A vacina contra o HPV é mais uma estratégia possível para o enfrentamento do problema e um momento importante para avaliar se há existência de DST. Ainda há muitas perguntas sem respostas relativas à vacina do HPV:

    A vacina do HPV só previne contra as lesões précancerosas ou também contra o desenvolvimento do câncer de colo de útero?
    Qual o tempo de proteção conferido pela vacina do HPV?
    Levando-se em conta que a maioria das infecções por HPV é facilmente debelada pelo sistema imunológico, como a vacinação afeta a imunidade natural contra o HPV?
    Como a vacina afeta outros tipos de HPV associados ao câncer de colo de útero e condilomas (verrugas)?

    A vacina do HPV funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo.

    A duração da imunidade conferida pela vacina do HPV ainda não foi determinada, principalmente pelo pouco tempo em que é comercializada no mundo, desde 2007. Até o momento, só se tem convicção de cinco anos de proteção. Na verdade, embora se trate da mais importante novidade surgida na prevenção à infecção pelo HPV, ainda é preciso delimitar qual é o seu alcance sobre a incidência e a mortalidade do câncer de colo do útero.
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